Caro Wilsonyama,
Fico muito grato por sua atenção ao tópico criado por mim, no entanto mesmo com sua resposta continuo com a mesma dúvida, talvez eu não tenha me expressado de maneira correta, então tentarei ser um pouco mais claro na minha questão.
Vamos lá:
Quando faço a redução de rigidez das ligações viga-pilar, estou admitindo um engaste parcial, ou seja, uma ligação sem-rígida (devido ao aparecimento de fissuras na região do nó e até mesmo a plastificação de aço), esse processo provoca uma redistribuição de momento no pórtico.
A redistribuição de momentos previsto na norma NBR 6118, não se refere a ligação semi-rígida, por isso é um processo distinto para a redistribuição de momentos negativos.
Normalmente se utiliza a redistribuição de momentos em vigas contínuas prevista na NBR 6118 para um melhor aproveitamento das armaduras, gerando economia no consumo de aço.
A grande dúvida que tenho é se ao utilizar os dois métodos simultaneamente, ou seja, a redistribuição de momentos e o modelo de ligações semi-rígidas (engaste parcial com a redução da rigidez no nó do pórtico) eu não estaria reduzindo o momento negativo na ligação viga-pilar (e conseqüentemente a taxa de armadura da região) a ponto de prejudicar a ductilidade da peça nas ligações viga-pilar.
Mais uma vez agradeço por sua atenção e aguardo por uma resposta sua e dos demais participantes deste fórum.
Abraço