TIGRE teve o melhor ano da sua história e faturamento ultrapassa US$ 1 bilhão
O melhor ano da história. Assim o presidente da Tigre S/A, Amaury Olsen, define 2007 para a Companhia, que teve faturamento bruto consolidado de R$ 1,889 bilhão (equivalente a mais de US$ 1 bilhão), o que representa um crescimento de 8,41% sobre 2006.
O Lucro Operacional atingiu R$ 188,7 milhões, 70% acima do ano anterior e o Lucro Líquido chegou a R$ 125 milhões, ou seja, um crescimento de 39,66% sobre o ano anterior. O EBITDA foi de R$ 258 milhões, 8,57% acima de 2006.
“Os números mostram que, além de contarmos com um ano excepcional para o setor, mantivemos uma excelência operacional muito grande, o que também justifica o desempenho acima da média”, avalia o vice-presidente Evaldo Dreher.
Com o resultado de 2007, cada colaborador receberá 1,9 salários a título de participação nos lucros da empresa (PTC – Programa Tigre de Competitividade).
A Tigre está presente em 10 países: Brasil, Argentina, Chile, Uruguai, Paraguai, Bolívia, Equador, Peru, Colômbia e Estados Unidos. Nos últimos quatro países, as operações iniciaram em 2007.
Em janeiro deste ano, O Grupo adquiriu a empresa Plástica S/A, sediada em Lima, no Peru, companhia fabril com participação importante no mercado peruano. Até a metade de 2008, inicia as operações fabris na Colômbia.
No Brasil, inaugura ainda neste semestre fábrica em Minas Gerais (Pouso Alegre) e em Escada, próximo à Recife (Pernambuco).
O Grupo Tigre tem mais de cinco mil colaboradores, sendo que 1.122 estão trabalhando nas unidades externas. “Neste ano, estamos construindo cinco novas plantas industriais, duas no Brasil e três no exterior: uma no Peru e duas na Colômbia.”, avisa o presidente.
Os investimentos previstos para 2008 chegam a US$ 70 milhões, sem considerar as possíveis aquisições. A empresa continua a avaliar oportunidades na América Central e México.
“Nossa Estratégia de Crescimento não muda. A Tigre continuará buscando oportunidades de crescimento, tanto no Brasil como no exterior, através de aquisições e/ou operações green field”, prevê Evaldo Dreher.
Algumas coisas nunca vão mudar na Tigre. Vamos continuar priorizando o crescimento com rentabilidade e, em todos os mercados, buscando a liderança, respeitando os demais players”, completa Amaury Olsen.
Júlio Franco - Assessoria de Imprensa
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